Fake News no Setor da Saúde

Nos últimos anos, o setor de saúde tem sido frequentemente impactado por uma nova tendência popular, as famosas “Fake News” ou notícias falsas.
Elas consistem no compartilhamento de desinformações ou inverdades, de maneira desenfreada para a sociedade, tendo como um dos principais canais de distribuição as mídias digitais.
Essas notícias, quando espalhadas, podem tomar proporções inimagináveis e levar boa parte da população a tomar medidas precipitadas, principalmente quanto aos cuidados com a saúde.
As inúmeras medicações indicadas sem prescrição médica, durante o período de pandemia do covid-19, como soluções para a nova doença são um exemplo claro de como essas notícias podem ser poderosas e resultar em danos graves ou até mesmo irreversíveis a saúde.
Vale ressaltar que a automedicação é um hábito extremamente perigoso que pode acarretar em riscos como reações alérgicas, intoxicações, dependência ou até mesmo a morte.
Outro exemplo é o da Fake News relacionada a vacina da gripe que levou pessoas a acreditarem que se fossem vacinadas contra o Influenza H1N1, correriam o risco de complicações relacionadas ao coronavírus.
Situações como estas mostram cada vez mais a importância da avaliação das fontes para contestação da veracidade das informações.
Por isso, é fundamental criar o hábito de verificar a origem da informação, antes de toma-la como verdade e/ou compartilhá-la, para que casos como estes sejam evitados.
Fake News é coisa séria!
Fontes:
saude.gov.br
sbmfc.org.br
abramed.org.br
cremesp.org.br